Os novos conquistadores da cozinha mexicana Três cozinheiros que vivem no Brasil mostram a verdadeira culinária de seu páis
por Cristiana Couto fotos Rogério Voltan produção Carol Miranda
Gelatina de rompope com calda de morango por Antonieta Pozas

1 garrafa de rompope de 750 ml
2 envelopes de gelatina sem sabor
3 claras
1/2 xícara (café) de creme
de leite gelado
2 colheres (sopa) de óleo
300 g de morangos
1 copinho (cachaça) de licor de laranja
3 colheres (sopa) de açúcar
gelatina bata as claras em neve.Hidrate a gelatina conforme as instruções do envelope. Esquente o creme de leite e antes de ferver, junte a gelatina, mexendo (sem ferver) até ficar brilhante. Retire do fogo e esfrie por 5 minutos. Junte 2,5 xícaras (café) de rompope, misture e acrescente as claras.Mexa até homogeneizar e ficar sedoso. Coloque em fôrma untada com óleo, cubra com filme plástico e gele por 3 horas.
calda lave os morangos, retire os cabinhos e reserve 5. Bata-os no liquidificador com açúcar e o licor.
para servir desenforme a gelatina e sirva com a calda e um pouco de rompope. Enfeite com os morangos.
dica da chef gele o creme de leite, para que fique espesso
rendimento 6 a 8 porções preparo 30 minutos (+ 3 horas de geladeira) execução fácil
Que vivan las tortillas!
A técnica de se fazer tortillas foi refinada ao longo de 1.200 anos, e se mantém viva nas mãos das mexicanas modernas. Todas as noites, essas mulheres deixam o milho seco de molho em água e cal. Pela manhã, escorrem, tiram a pele, moem os grãos e preparam a massa. De volta para casa após um dia de trabalho, algumas moldam-nas com as mãos em forma de finas panquecas. Outras usam um molde (tortillera) para o trabalho que, no Brasil, é reproduzido pela pernambucana Geruza Lucinda (foto). Ela chega a fazer 600 tortillas por dia, que vende aos restaurantes e mexicanos saudosos de casa.
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Tagliatelle ao creme de poblano |
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