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Home: Revista: Colunistas Maio/2008

Vinho
Suzana Barelli

O fim do Chicleteiro

Quando lançado, em 2004, o vinho Chicleteiro chamou atenção mais pelo seu nome inusitado do que pela sua qualidade – e o tinto, elaborado pelo enólogo argentino Mauricio Lorca é muito bom. Mas agora Bel Marques (líder da banda Chiclete com Banana) e sua mulher, Ana, sócios da importadora Ana Import, anunciam o fim do projeto. “O Chicleteiro nasceu com início, meio e fim, para divulgar a importadora”, afirma Bel. Agora eles apostam em novos rótulos, como o champanhe Mailly, elaborado apenas com vinhos grand cru, na França.

Brancos e tintos na mídia

Duas boas novidades para quem quer saber mais de vinho. Manoel Beato, sommelier do grupo Fasano, agora apresenta todos os sábados, às 13 horas, um programa que une vinho e música. Na estréia, ele conseguiu unir trens (sim, o meio de transporte) com o vinho, que apresenta de maneira didática, no dial 92,9 FM.
E o polivalente Didu Russo, autor do livro Nem leigo nem expert, agora apresenta o Célebre, domingo, às 21 horas, no canal CNT.


Conselho do champanhe

fotos divulgaçãoHerdeiro dos champanhes Drappier, Michel Drappier abriu um espaço na agenda para provar os espumantes brasileiros, numa rápida passagem por aqui, a convite da importadora Zahil. O francês degustou quatro garrafas e reclamou do que considera um excesso de sulfito nas bebidas (usado para preservar o espumante). No resultado, elogios ao Chandon nacional, e muitas críticas ao Georges Aubert, que ele considerou de baixa categoria e reclamou da palavra champanhe estampada em seu rótulo. Salton Brut e Miolo Brut ficaram na coluna do meio, com o primeiro considerado de boa relação qualidade preço.

na adega

Pago de Cirsus Cuvée Especial 2003

Um grande vinho do cineasta espanhol Iñaki Nuñez, é elaborado com as uvas Tempranillo, Merlot e Cabernet Sauvignon, com assessoria do exenólogo do château Haut Brion. Gostoso e moderno. Navarra, Espanha, R$ 127, Decanter

Serie A Bonarda 2006

José Alberto Zuccardi escolheu a inicial do seu país para chamar a sua nova linha de vinhos. Este, elaborado com a Bonarda, cepa muito plantada na Argentina, tem boa fruta e rápida passagem por carvalho. Mendoza, Argentina, R$ 55, Expand

Ona Anakena 2006

A mistura de uvas é inusitada: as tintas Pinot Noir, Merlot e Syrah e a branca Viognier. O resultado é um vinho exótico, com frutas marcantes, bom frescor e taninos muito agradáveis. Casablanca, Chile, R$ 79. Mercovino



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