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Home: Revista: Baixa Gastronomia Maio/2009

Glamour do Copa chega ao bar
Beatriz Marques

Os bares em hotéis conquistaram seu espaço nas noites cariocas. Depois do sucesso do Bar da Praia, no Marina Hotel, e do Londra, no Hotel Fasano, agora é a vez do Copacabana Palace estender seu glamour até o Bar do Copa, localizado ao lado da piscina deste tradicional hotel, numa área de 250 metros quadrados.

As cores douradas da decoração, desenhada pelo sul-africano Graham Viney, é um dos primeiros avisos do requinte que está por vir. Lustres de cristal, teto iluminado com fibra ótica e mosaico de pastilhas douradas nas paredes completam o ambiente com capacidade para 100 pessoas e que ainda conta com espaço para dançar ao som de jazz e lounge music.

O ouro não está somente na decoração como também em bebidas (e, consequentemente, nos preços). O drinque Negresco, por exemplo, leva vodca preta Blavod, sambuca Opal Nera e folhas de ouro. O custo é de engolir a seco: R$ 180. O mesmo se paga pelo Copa, preparado com vodca Wyborowa Single State, limoncello e caviar (foto). Quem preferir desembolsar menos, pode optar pelo Dolores Del Rio, um martini de tequila, Jerez e framboesa, por R$ 27.

Para acompanhar os goles refinados, o italiano Francesco Carli, competente chef-executivo do hotel, não economizou na seleção de ingredientes e em criatividade. São cerca de 20 sugestões de finger food, como crostone de polenta com bacalhau amanteigado (R$ 41) e biju com queijo de coalho e bresaola (R$ 38). Para finalizar a noite dourada, a sugestão do chefe é um crème brûlée com gotas de chocolate extra-amargo (R$ 24).

avenida Atlântica, 1702 - Copacabana (21) 2548-7070 - Rio de Janeiro - RJ

Caipirinha de colher

A caipirinha, grande ícone da coquetelaria brasileira, vai muito além do bar no Forneria São Sebastião, no Rio de Janeiro. Na criação do chef Fabiano Ferreira, a bebida virou uma das sobremesas mais pedidas e comentadas no restaurante. Chamada de suflê de caipirinha (R$ 16), a receita lembra mais uma musse, já que não vai ao forno e é servida em uma taça de martini. Com teor alcoólico bem menor do que o drinque tradicional, pode-se repetir a dose sem culpa. Se a brincadeira agradou, confira a receita na página 80 e prepare a sua em casa.

rua Aníbal de Mendonça, 112 - Ipanema (21) 2540-8045 - Rio de Janeiro - RJ

Mais belgas na geladeira

Seis novos rótulos da Palm, maior cervejaria independente da Bélgica, acabam de desembarcar no Brasil, trazidos pela importadora Bier & Wein. Sua cerveja em estilo Ale é elaborada com cevada da região de Champanhe, na França (R$ 13,20, a garrafa de 330 ml). A Palm Royale, do mesmo estilo, passa por dupla fermentação (R$ 15, 330 ml, foto).

A Steenbrugge Blond e a Dubbel são cervejas de abadia, que passam por uma segunda fermentação na garrafa e levam o gruut, uma mistura herbal usada pelos padres da Abadia de St. Peter, em Flandres (ambas custam R$ 17,80, 330 ml). Por último, dois exemplares do estilo lambic, de fermentação espontânea: a Kriek Boon (R$ 34, 375 ml), e a Geuze Mariage Parfait (R$ 35,60, 375 ml).

 



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